Sábado, Agosto 29, 2009

Num Segundo

A parte final da crónica de hoje de MIguel Santos Guerra:

La rutina es anestesiante. Nos deja sin capacidad de reflexión y de sensación. Vivir intensamente el presente se convierte, pues, es una inteligente actitud ante la vida y ante nosotros mismos. La palabra presente tiene varias acepciones. Según el diccionario de la RAE es “el tiempo en que actualmente está alguien cuando refiere algo”. En otra acepción se refiere a presente para decir “que está delante o en presencia de alguien o concurre con él en el mismo sitito”. Una tercera, que es a lo que voy, dice que presente es “obsequio, regalo que alguien da a otra persona en expresión de su reconocimiento”. El presente que disfrutamos es un regalo maravilloso de la vida. El presente es un magnífico presente.
Recuerdo haber leído (y regalado a una querida amiga que estaba hospitalizada con un pronóstico fatídico que pronto se cumplió) un libro que hace referencia a este significativo entramado semántico: “El presente precioso”, se titula. Su autor es el afamado Spencer Jonson. Habla del tiempo como un regalo, como un precioso presente, en uno y otro sentido. El paquete adornado con cintas de regalo que figura en la portada te introduce en una fábula encantadora y sencilla que combina los conceptos de presente temporal y dádiva maravillosa.
Cuando el presente es bueno debemos disfrutarlo y celebrarlo. Cuando es malo conviene buscar la forma de mejorarlo. No sólo el nuestro, claro está. Hablo desde una visión comprensiva de la humanidad. El dolor ajeno no puede resultarnos indiferente.
No somos conscientes de nuestra vulnerabilidad. De la propia y de la ajena. La inconsciencia es un mal de nuestro tiempo. Nuestra vida pende de un hilo, pero nosotros seguimos jugando como si la eternidad fuera nuestra. Arrastrados por la prisa, los trabajos, los ruidos y las cosas, pensamos poco en lo que somos y en lo que hacemos.
La inconsciencia, que es propia de niños y de enajenados, nos acompaña en nuestro devenir como si los años no nos hubiesen dado la madurez necesaria para pensar lo que somos y para saber lo que hacemos con nuestra vida.
Un segundo es suficiente para ponernos contra las cuerdas de nuestra realidad. ¡Zas! Y todo fue distinto para siempre. Nunca lo habíamos pensado.
Ojalá que la reflexión sosegada nos permita hacer el descubrimiento de lo esencial. Ojalá que, a través de la cordura, tengamos la vivencia que el psicólogo Katz llamaba del “¡ah!”. “¡Ah, ya caigo!”. Esa vivencia que nos permite descubrir de pronto lo que es verdaderamente esencial.

Fonte

Uma Exigência Cívica

Embora seja um assunto marginal neste blogue, não posso deixar de assumir que pela primeira vez na minha vida, vou ser candidato como número um à Assembleia Municipal de Gondomar. Embora integre a coligação Gondomar em Boas Mãos, liderada pelo PSD, assumo um estatuto de independente (que sempre fui). Em síntese, são estas as razões que me levaram a participar neste projecto de intervenção cívica.

O Dever de Responder
PORQUE ME CANDIDATO?

1. Porque nasci e vivo em Gondomar.

2. Porque entendo a política como um serviço às pessoas.

3. Porque sou um cidadão independente, valorizo a liberdade e a democracia.

4. Porque quero que os bens públicos sejam usados para benefício de todos os gondomarenses.

5. Porque os milhares de alunos que ajudei a formar durante 33 anos merecem uma política de verdade, seriedade e competência.

6. Porque acredito que Gondomar tem grandes potencialidades e pode sair da cauda da área metropolitana do Porto.

7. Porque valorizo o trabalho em equipa e confio no valor das pessoas que integram esta candidatura.

8. Porque quero que Gondomar seja falado por boas razões.

9. Porque são precisas outras políticas que criem no concelho mais oportunidades de emprego, mais qualidade de vida, melhores respostas ao nível da saúde, da educação, da cultura e do lazer.

10. Porque as pessoas precisam de motivos de esperança e alento.


Em breve aqui divulgarei o programa que a equipa (que envolve cerca de 400 pessoas) se propõe realizar.

Um telemóvel no charco

A palavra (sempre atenta e humanizada) de Dolores Garrido, no quase regresso às "aulas":

Estas férias, passei uns dias no Douro. O local era calmo e bonito. À minha volta, verdejavam as encostas onde se alinhavam as vinhas. Nelas, o sol desenhava diferentes tonalidades. A paz e o sossego pareciam firmes como algumas rochas que também se erguiam harmoniosamente na paisagem. O rio, azul, no fundo do vale, passava sem correr e sem ruído. As pessoas falavam em tom descontraído mas não alto nem em longa linha contínua.
Na espreguiçadeira, junto à piscina, eu tinha, mais uma vez, a confirmação que a beleza pode estar no que existe à nossa volta. Apetecia respirar fundo, sentindo que são importantes e merecidos momentos de bem-estar e lazer. Até o trabalho seguinte agradece.
Desfrutando deste prazer tão terreno, deitada ao sol e ao céu, vi instalar-se, na espreguiçadeira ao meu lado, uma rapariga de uns trinta e poucos anos. Logo que ficou pronta para se bronzear, pegou em dois telemóveis e durante umas horas, ou eles tocavam ou era ela a fazer chamadas. O tom de voz era alto e o toque do telemóvel estridente. Quem estava à sua volta, não podia deixar de ouvir. Descrevia o local a amigos, falava das curvas maçadoras da estrada, das chamadas que tinha em atraso, dos números gravados mas que não conhecia, dos parabéns que não tinha dado por esquecimento, dos defeitos de uma colega de trabalho, das flores que a sua velha acompanhante estava a observar… Quer dizer, nem o telemóvel parava nem ela descansava. Muito menos os que dela estavam próximos.
Punha as conversas em dia sem reparar que estava, aos outros, a estragar um dia.
A solução era eu mudar de espreguiçadeira, mas estavam todas ocupadas.
No dia de regresso a casa, almocei numa esplanada junto ao rio. Ao lado, alguém ao telemóvel explicava ao filho o local onde se encontrava e como aquele não o reconheceu de imediato, o homem, com voz de cicerone, foi dando intermináveis dicas para avivar a memória de quem estava do outro lado.
De facto, as palavras podem mudar, para bem, um ambiente. Como uma pequena pedra que se atira a um lago formando pequenas mas boas ondas.
Porém, o contrário também acontece. Em locais públicos, longas e sucessivas conversas ao telefone - sem carácter de urgência - toques altíssimos de telemóvel são como pedras atiradas a um lago, transformando-o num charco de água mais turva.
Parece que temos medo do silêncio. Nesse caso, o telemóvel é uma arma que está mais à mão.
Bons dias de descanso. Se possível, sem chamadas nem toques estridentes de telemóvel. Só as redes móveis não agradecem.


Dolores Garrido
29 de Agosto 2009

Sexta-feira, Agosto 28, 2009

Olhares

Para quem quiser mudar de Mundo:

http://www.facebook.com/album.php?aid=2037953&id=1217328189&l=07fcdfd8b1

Honrar compromissos

Embora não seja um entusiasta do programa do PSD (poderia e deveria ser muito mais ousad0) destaco:

3. Iniciaremos uma reestruturação da administração educativa, com reforço da função reguladora e avaliadora e de apoio às escolas, alterando a lógica de comando e controlo para uma lógica de oferta de serviços às escolas, visando o fim do “monstro burocrático”.Apostaremos seriamente na atribuição às escolas da generalidade dos poderes de gestão e administração do seu projecto educativo.Aprovaremos um currículo nacional, por ciclo e ano de ensino, competindo a cada agrupamento ou escola não agrupada complementar esse currículo mínimo em concretização do seu projecto pedagógico.Teremos como objectivo o progressivo alargamento da liberdade de escolha entre escolas da rede pública.

Fonte

As Empresas Democráticas Propiciam Empregados Comprometidos


Para lograr el compromiso de los empleados hay que deshacerse de las obsoletas prácticas militares dentro de las empresas


Aunque parezca difícil creerlo, aún hoy existen compañías que funcionan con viejos modelos jerárquicos de administración basados en estrategias militares, lo que, según Paul Thomas, profesor e investigador de la Universidad de Glamorgan en el Reino Unido, hace que estas organizaciones se retrasen y que los empleados se sientan frustrados y sin iniciativa. De acuerdo con él, las compañías más exitosas de hoy son aquellas que han adoptado sistemas democráticos y en las que los directivos han aceptado que deben deshacerse del control para permitir que sus empleados piensen por ellos mismos, tomen decisiones y, de esta manera, se comprometan con su trabajo.


Hora de rever as matérias proclamadas.

A Importância do Reforço Positivo


El cerebro asimila lo que hacemos bien, no lo que hacemos mal


Equivocarse es humano pero no nos sirve de mucho, porque de lo que aprendemos es de los aciertos. Esto es lo que sugieren los resultados de una investigación sobre el cerebro realizada por científicos del MIT, en la que se constató que dos regiones cerebrales concretas se activan sólo cuando hacemos las cosas bien, y no cuando las hacemos mal. Dado que las áreas activas están vinculadas con el aprendizaje y la memoria, los científicos afirman que sólo aprenderíamos de los aciertos.


Quinta-feira, Agosto 27, 2009

Leitura para as campanhas

Posted by Picasa

O Valor do poder

"O poder tem muitas vezes uma conotação negativa. O poder tem o potencial de seduzir, alienar ou de se tornar abusivo. Sempre que há abuso de poder, os indivíduos e a organização sofrem. Contudo, à semelhança da maioria dos restantes valores, é possível potenciar o poder para o bem ou para o mal. O poder utilizado em prol de princípios universais é uma força tremenda para o êxito de uma organização e para o progresso global.
O problema do poder é saber como conseguir fazer uma utilização responsável do mesmo, ao invés de o usar de uma forma irresponsável e que beneficie o próprio - ou como fazer que os homens de poder vivam em prol do público e não às custas do público."

Robert F. Kennedy (1925- 1968), I Remember, I Believe. The Pursuit of Justice

Informação ou propaganda?

Em cerca de 500 metros, 3 cartazes colocados este mês com este conteúdo. Como muito outros referentes a matérias dos vários mandatos antárquicos. Informação ou propaganda?
Posted by Picasa

Terça-feira, Agosto 25, 2009

Do Exercício do Mando

Recebo, hoje, um livro do meu amigo João Amado (e Isabel Freire), numa edição revista e actualizada de uma outra que tive o prazer de editar em 2002 - A(s) Indisciplina(s) na Escola - Compreender para Prevenir.

E leio na epígrafe da introdução:

"Se eu ordenasse a um general que se transformasse num pássaro, e se o general não obedecesse, a culpa não era do general. A culpa era minha. "

Saint-Exupéry. O Principezinho.

Bela lição que explica muitos dos insucessos da acção dirigente.

Segunda-feira, Agosto 24, 2009

Números

Citando do ME:

O primeiro-ministro, José Sócrates, e a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, apresentaram esta manhã, na Escola Secundária D.Dinis, em Lisboa, os resultados escolares referentes ao ano lectivo de 2008/09, onde se destaca uma forte redução do insucesso e abandono escolar.
Os valores agora divulgados permitem, ainda, concluir que:
- o número de alunos que conclui o ensino básico e que entra no ensino secundário manifestou, nos últimos quatro anos, um aumento consolidado e sustentado, invertendo a tendência de perda de alunos que vinha sendo sentida desde 1995
- a taxa de retenção no ensino básico desceu este ano para 7,7% quando no ano lectivo de 2004/05 se situava em 12,2%
- no ensino secundário, a taxa de retenção atingiu no ultimo ano lectivo os 18%, quando em 2004/05 estava situada nos 33%
- verifica-se que a taxa de retenção tem registado um declínio sustentado desde 2000/01, acelerando a partir de 2005/06. Uma tendência que é válida para todos os anos de escolaridade
- o número de alunos que concluíram este ano o 9º ano atingiu cerca de 120 mil quando em 2004/05 registou o número crítico de cerca de 80 mil
- o número de alunos matriculados no 9º ano de escolaridade que entre 2001/05 registou um decréscimo de 12% conheceu um aumento de 36% desde 2004/05
- no secundário, o número de alunos matriculados no 10ºano fixou-se em 114.895 no último ano lectivo. Os números têm demonstrado um crescimento sustentado, sendo que em 2005/06 apenas se inscreveram 94.221 alunos
- nos últimos dois anos, mais de 60 mil alunos, já fora da idade da escolaridade obrigatória, em situação de abandono, frequentaram cursos de educação e formação, tendo a grande maioria, concluído a escolaridade básica
- as medidas adoptadas de combate ao abandono e insucesso escolar – como os percursos alternativos, os cursos de educação e formação, os planos de recuperação e acompanhamento e outros apoios educativos - permitiram aumentar o número de alunos e melhorar os resultados escolares.

Todos estes resultados traduzem bem o esforço realizado pelas escolas, professores e alunos em prol de um ensino público de qualidade.

Nota: Os valores relativos a matrículas e a resultados, tanto do ensino básico como do ensino secundário, do ano 2008/2009 são dados provisórios estimados a partir de dados administrativos, de matriculas e resultados escolares, das escolas públicas e das escolas privadas com contratos de associação, recolhidos e tratados pelo Gabinete Coordenador do Sistema de Informação do Ministério da Educação (MISI). Os valores para todos os outros anos estão publicados nas estatísticas oficiais do ME.

Duas notas:
1) Estes números são positivos. Como cidadão e professor congratulo-me com eles.
2) Mas não embandeiro em arco. Porque os números não falam por si. Em diversas circunstâncias era preciso explicar como é que eles se consegiram e o que é que significam. Era uma forma mais séria de fazer política.


ApresentaResultados08-09-11

Eleições em Gondomar

Efectuou-se o sorteio de atribuição dos lugares no Boletim de Voto das listas concorrentes às Autarquias de Gondomar no passado dia 18 de Agosto, no Tribunal de Gondomar.

A ordem que aparecerá no Boletim de Voto de todas as 12 Freguesias do Concelho de Gondomar, assim como na Assembleia Municipal e na Câmara Municipal será a seguinte:

1. Coligação PPD-PSD/CDS-PP: "Gondomar em Boas Mãos";
2. Bloco de Esquerda;
3. "MR (S. Pedro da Cova)";
4. "RTC (Ind. por Rio Tinto a Concelho)";
5. PS;
6. "Foz do Sousa no Coração";
7. "Valentim Loureiro - Gondomar no Coração";
8. CDU.

A Realidade é o que Pensamos (e o que Sentimos) dela

Lições para o tempo de campanha:

It may be the most stunning fact I’ve come across: A study of 140 former patients from 225 U.S. hospitals revealed that of the top 15 factors determining “patient satisfaction,” none—NONE!—was related “to the patient’s health outcome.” The two biggest contributing factors were “staff interaction [with the patient]” and hospital “employee satisfaction.” The implications are clear: An obsession with the “simple” human factors pays off—and, furthermore, these sorts of reactions grow rather than diminish in the patient’s recollection with the passage of time. The rallying cry of one successful hospital, derivative of these findings, is, “Kindness is free”: “There is a misconception that supportive interactions require more staff or more time and are therefore more costly. Although labor costs are a substantial part of any hospital budget, the interactions themselves add nothing to the budget. Kindness is free. Listening to patients or answering their questions costs nothing. It can be argued that negative interactions—alienating patients, being non-responsive to their needs or limiting their sense of control—can be very costly. Angry, frustrated or frightened patients may be combative, withdrawn and less cooperative—requiring far more time than it would have taken to interact with them initially in a positive way.” (From Putting Patients First, by Susan Frampton, Laura Gilpin, Patrick Charmel.) “Perception is all there is”—you must become a Master Student of all things associated with the creation of perception surrounding the provision of any and every product and service.

Tom Peters
http://www.tompeters.com/blogs/freestuff/uploads/Heart_of_Strategy_ANN_040109.pdf

Sábado, Agosto 22, 2009

Do Aborrecimento

Retomando as crónicas de M Santos Guerra:

Existen muchas formas de entretenerse, de hacer cosas interesantes, de organizar el tiempo de forma sugerente e, incluso, divertida. Para ello es necesario tener iniciativa. Hay quien está constantemente inventando: tareas, proyectos, excursiones, investigaciones, exploraciones, actividades… Su mente no se está quieta. Indaga, busca, propone. ¿Qué cosas se pueden hacer para entretenerse?
Leer. La lectura es un modo extraordinario de llenar el tiempo. “Si no leo, me aburro”, rezaba el escrito que vi en una camiseta turística en la ciudad mexicana de Oaxaca. No sólo hacía referencia al aburrimiento que provoca el rechazo de la lectura. La cabeza del borrico que ilustraba el texto nos remitía a otra consecuencia inexorable de la falta de afición a la lectura.
Viajar. Dice Chesterton que viajar es comprender que estabas equivocado. Es una forma magnífica, pues, de estar entretenido. Conocer lugares, costumbres y personas diferentes.
Cultivar aficiones. Hay quien tiene el hoby de la filatelia, o de la fotografía o del coleccionismo. No sé dónde leí que el coleccionista nunca tendrá deseos de suicidarse porque siempre estará pendiente de encontrar la pieza deseada de su colección.
Ver cine. Para mí es una fuente estupenda de distracción. Vives historias apasionantes, reflexionas sobre cuestiones nuevas o antiguas, te diviertes con relatos atractivos. Puede haber películas aburridas pero, aún así, hay formas de verlas que las hacen llevaderas.
Hablar con amigos: Es una fuente de alegría y de emociones. Compartir, intercambiar, pasear, jugar, bailar, organizar fiestas…
Visitar museos: aficionarse al arte, a la arqueología, a las antigüedades, a la historia, a la ciencia… Hay museos de todos los tipos y colores. Algunos permiten realizar actividades interactivas sugerentes.
Practicar deportes: es muy sano y muy entretenido practicar deporte, solo o en compañía. No digo verlo solamente sino aficionarse a algunos deportes que vayan bien con la edad y las circunstancias.
No es cierto que para no estar aburrido haya que hacer cosas sin cesar. Hay quien está aburrido hasta jugando y hay quien no se aburre mientras medita tranquilamente. Para no aburrirse hay que verse a sí mismo con humor. Porque si uno no se soporta a sí mismo, es fácil que se aburra con esa inevitable compañía. También hay que ver con humor las cosas de la vida, incluso las ingratas. Y la vida misma. Por eso resulta aconsejable el libro de Begoña García Larrauri, psicóloga y profesora del Departamento de Psicología de la Universidad de Valladolid, titulado “Programa para mejorar el sentido del humor”. El subtítulo es muy aclaratorio: “¡Porque la vida con buen humor merece la pena!” Es un libro para pensar, sonreír y actuar. Para aprender a relativizar lo que algunas veces nos parece un absoluto. Y, separando el grano de la paja, para retomar lo esencial, que es donde está la clave.

Fonte

Sexta-feira, Agosto 21, 2009

Prova Pública - Legislação

Vou regressando a este espaço. Leio hoje um Despacho interessante.
Depois de ter escrito um comentário, preferi não o inscrever. Os leitores que leiam e interpretem como entenderem.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Gabinete da Ministra
Despacho n.º 19255/2009

O Decreto -Lei n.º 104/2008, de 24 de Junho, estabeleceu o regime
da prova pública e do concurso de acesso à categoria de professor
titular. Para a sua operacionalização, nomeadamente no que concerne
à realização da prova pública, carecem os interessados de saber quais
os requisitos formais exigíveis para o trabalho que devem apresentar
quando requeiram a realização daquela prova.
Nestes termos, ao abrigo do disposto no n.º 4 do artigo 3.º do Decreto-
-Lei n.º 104/2008, de 24 de Junho, determino o seguinte:
1 — O trabalho a que se refere o artigo 8.º do Decreto -Lei
n.º 104/2008, de 24 de Junho, a ser entregue pelos candidatos juntamente
com o reque rimento para a realização da prova pública, deve
versar sobre a sua expe riência do quotidiano escolar no exercício de
funções docentes, tendo em consideração a área de especialidade
curricular de docência/grupo de recrutamento/disciplina do candidato,
em dois dos domínios referidos no n.º 1 do artigo citado, contendo
ainda, caso necessário, a indicação das referências bibliográficas pertinentes.
2 — O trabalho obedece aos seguintes requisitos formais:
a) Ter um máximo de 40 páginas em formato A4, incluindo anexos;
b) Conter o espaçamento entre linhas de um espaço e meio;
c) Ser redigido no tamanho do tipo de letra 12;
d) Conter a seguinte configuração das páginas:
i) Cabeçalho — 4,5 cm;
ii) Margens — 3 cm;
iii) Rodapé — 3 cm.
3 — O trabalho é entregue em formato electrónico através da aplicação
informática disponibilizada pela Direcção -Geral dos Recursos Humanos
da Educação na sua página da Internet.

Sexta-feira, Agosto 07, 2009

Quinta-feira, Agosto 06, 2009

Quarta-feira, Agosto 05, 2009

Terça-feira, Agosto 04, 2009

Sábado, Agosto 01, 2009

Acção solidária II

Posted by Picasa

Acção solidária I

Posted by Picasa

Do Triângulo da Responsabilidade

A parte final da crónica de Miguel Santos Guerra:

Para que los errores se reduzcan al mínimo, hace falta que converjan tres dimensiones igualmente importantes. Serían los tres vértices de un triángulo. Sin uno de ellos, no hay triángulo. Es decir, no hay solución.
El primer vértice es SABER. El profesional que trabaja con personas tiene que ser competente. Tiene que saber, tiene que saber hacer. Por eso debe formarse bien (teórica y prácticamente) y perfeccionarse cada día. No es aceptable decir que la práctica lo irá formando porque, de eso modo, irá aprendiendo a costa de sus víctimas. No sé si la enfermera sabía por dónde tenía que alimentar al niño. Estoy seguro de que lo sabía. No era una enfermera veterana, pero tampoco era una novata.
El segundo vértice es QUERER. Hay que poner empeño y voluntad. Las distracciones y los despistes, se pagan caros. No es igual trabajar con personas que con ladrillos o con minerales. Hay que saber y hay que querer. Querer hacerlo bien porque, aunque sepas, nada irá bien si no pones empeño y amor en las cosas que haces. ¿Quiso la enfermera hacerlo bien? Seguro que sí pero, por descuido o por precipitación, se equivocó
El tercer vértice es PODER. El trabajo se hace en unas determinadas condiciones. Hay condiciones adecuadas e inadecuadas, suficientes e insuficientes, buenas y malas. Las condiciones no dependen siempre del profesional, muchas veces dependen de la política general y de la institución concreta. Dependen, en definitiva, de quienes gobiernan las instituciones. Al parecer, la enfermera, a quien la supervisora, permitió acudir a la UCI de neonatología, tenía una buenas condiciones para realizar su trabajo.: pocos enfermos a su cargo, tiempos suficientes, espacios adecuados… ¿Qué falló?
¿Qué hacer ahora? Lamentar los sucedido y pedir responsabilidades, sí. Pero, sobre todo: aprender personal e institucionalmente, garantizar la presencia del triángulo de la prevención. Es preciso poner todos los medios para evitar que los errores se produzcan. Nadie podrá devolver la vida al pequeño Ryan, pero sí será posible evitar que otros bebés corran su misma suerte.